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Willian Martins: E volta o “circo” da democracia brasileira, com as eleições municipais

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Demagogia, promessas cativantes, loucuras ideológicas… O que mais esperar para as eleições de 2020?

Pois caro leitor, chegamos novamente a um ano eleitoral municipal. Quem diria que quatro anos de gestão passariam tão rápido, não? Mas aqui, me cabe ao menos fazer uma pequena análise a respeito deste cenário que se passou, assim como os fatos ocorridos atualmente, os quais poderiam vir a ser o “mais do mesmo”. Porém, cabe-se agora o próprio juízo da população, a qual experimentou um pouco do totalitarismo na própria pele, partindo dos famigerados “Lockdowns” e isolamentos sociais, que tanto contribuíram para o desemprego. Mas sem mais espera, vamos lá.

Nos lembremos do ano de 2016, quando “queridos” e sorridentes candidatos comunistas, centristas e progressistas adentraram nos mais escondidos rincões, em busca da população mais carente. Nos lembremos de João Dória em São Paulo, esforçando-se para comer um pastel de feira com pingado, aquele mesmo que nós, o “povão”, comemos frequentemente após um dia suado de trabalho. Lembremo-nos de Alexandre Kalil em Belo Horizonte, com toda a sua patota esquerdista, alegando que iria fazer um governo extremamente popular e “participativo” para a população da capital mineira. Podemos nos lembrar, também, do então candidato a prefeitura de Curitiba, Rafael Greca, dizendo que sua administração iria “amar” a capital paranaense, e tantos outros que fizeram mil e uma promessas de bem-feitorias e melhorias para as cidades.

A população, como sempre, acaba engolindo os discursos destes famigerados indivíduos. Quando não cativada pela ideologia e pelos discursos românticos e radicais de um mundo ideal de contos de fadas (me refiro aos militantes que consomem tóxicos e frequentam o DCE), o grande “montante” das massas acaba, muitas vezes, cedendo as promessas muitas vezes materiais provindas dos políticos mais habilidosos com as facetas de campanha. Pegando como exemplo os centros urbanos, onde a grande maioria da população está mais preocupada em trabalhar e ganhar dinheiro, torna-se muito fácil para um candidato que possui aparatos e parcerias espúrias tanto com o funcionalismo público quanto com a iniciativa privada, conseguir uma possível eleição. Mas por que isso ocorre tanto no Brasil?

A resposta não é tão simples, porém, não tão complexa assim. Em municípios fora da esfera rotineira e do consumismo exacerbado, a população (muitas vezes ligada ao contexto local) tem uma percepção muito maior da conduta dos indivíduos, visto que esses fazem parte do convívio com o povo. O seu José da feira e a dona Ana da padaria conhecem quais indivíduos procuram ajudar efetivamente nas obras, quais indivíduos procuram ajudar as famílias com intenções de bom coração, assim como conseguem identificar os indivíduos que participam de meios fechados da elite (os ditos “coronéis” e latifundiários pouco interessados na situação do povo do município), e até mesmo os arruaceiros e desocupados que participam de bebedeiras e piquetes sindicalistas (os militantes que só estão interessados na tal causa, algo que o povo não está nada interessado). Nestes rincões do país, a questão eleitoral vai além das simples questões materiais. Os princípios, a conduta, a familiaridade, e até mesmo a fé, são elementos que pesam na escolha de um candidato. É notório para qualquer indivíduo de fora, ver que um clérigo, um delegado, um tabelião local, um médico local, entre outros elementos parecidos, venham a ser prefeitos destas localidades.

Porém, no centro urbano, a situação muda completamente. Uma vez que a população convive em um local turbulento, distante de um convívio social sadio, ligado a simplicidade e a uma vida mais voltada a manutenção de bons hábitos e valores, outras premissas acabam tomando conta do norte rotineiro das pessoas desta localidade. Tendo em vista as grandes capitais de Estados brasileiros, há de se notar claramente que uma visão muito mais materialista, e diga-se até egoísta, faz parte do convívio populacional. Para as massas, tudo se torna mais visual, palpável, e imediato. Sendo assim, há de se perceber que os prazeres e a tecnicidade tomam o lugar dos princípios e da idoneidade no processo eleitoral. Não há de se surpreender que cidadãos não se importem com certos candidatos serem ladrões, corruptos, amorais, aspirantes a ditadores, ou mesmo interessados em psicopatias sexuais e em perverter a juventude, desde que asfaltem as ruas, melhorem a estrutura pública e o urbanismo, ou façam acordões infames para trazer alguma fábrica para a cidade, e gerar mais um punhado de empregos temporários. Nota-se que a população engajada em princípios e valores é muito menor, prevalecendo o materialismo acima de qualquer boa premissa.

Pois bem, caro leitor, levando em conta esses dois cenários, podemos compreender como funciona, em tese, o cenário político atual no Brasil. E nos faz pensar o porque de a população dos centros urbanos ainda insistir nos mesmos demagogos, os quais até se tornaram protoditadores em tentar controlar o comportamento da população. Observamos em São Paulo, o agora Governador João Dória literalmente comportando-se como um ditador, trabalhando diariamente com um governo totalitário e comunista do oriente, a fim de obrigar a população a tomar uma vacina completamente duvidosa, capaz de provocar os mais devastadores efeitos colaterais. Além disso, o seu “cupincha” Bruno Covas, trabalhando na prefeitura como um verdadeiro coveiro e entregador da morte, ao procurar inflar os dados de mortos no município, até mesmo abrindo covas em cemitérios sem que houvessem corpos, a fim de causar uma impressão apocalíptica na população paulista.

De forma semelhante em Curitiba, o demagogo Rafael Greca (o qual havia se vendido como um “apaixonado” pelo município), havia feito um belo início de mandato, ao trabalhar da forma mais técnica possível para a execução das obras da cidade. Porém, com o início dos casos do vírus chinês, tratou de ser um dos primeiros governantes locais do país a trabalhar o isolamento social e os Lockdowns. Medidas que, desde o início, começaram a causar o fechamento de comércios e o desemprego da população. Não obstante, colocou a guarda municipal da cidade como uma espécie de patrulha a la SS, a fim de intimidar e multar pessoas que não estivessem usando máscaras nas ruas. De forma hipócrita e mentirosa, meses depois, disse que não havia se pronunciado sobre Lockdowns e fechamentos de comércios, alegando que apenas seguiu os outros governantes de municípios. Cabe lembrar que sua secretária da saúde é uma militante comunista apaixonada pelo totalitarismo comportamental.

Tais atitudes sórdidas não foram diferentes partindo do prefeito Alexandre Kalil, que, ainda mais próximo da esquerda e do totalitarismo, trabalhou de forma ainda mais arbitrária a fim de isolar a população em suas casas. Tal situação gerou uma crise de abastecimento de produtos notória e preocupante.

Percebendo-se o caos provocado por estes prefeitos “protoditadores”, outros indivíduos ainda mais sórdidos, aproveitam-se para apresentar projetos ainda mais incisivos e arbitrários contra a população, alegando estarem pensando no bem comum. É o caso dos candidatos de esquerda, os quais muitos alegam que atitudes tomadas por governos como da Argentina, China, e mesmo França, estão tendo as atitudes mais assertivas. O que vem a ser completamente falso, observando-se que as nações citadas agrediram gravemente a liberdade individual. Locais onde a população está sofrendo com o desemprego, miséria, fome, e até intimidações policialescas promovidas pelo Estado, cada vez mais totalitário e intervencionista na individualidade humana.

Assim como em um picadeiro de um circo onde palhaços cativam os espectadores, muitos dos candidatos posam como verdadeiras figuras caricatas, tentando ganhar votos por posturas patéticas e de exposição ao ridículo, como fossem espécies de atores televisivos. A massa, totalmente vislumbrada por tamanha burrice e hipocrisia, vota simplesmente achando que o município é uma verdadeira piada, uma vez que ninguém os representa. Enquanto isso, os poucos que lutam pela eleição de bons representantes da população, são várias vezes censurados e silenciados tanto pela grande mídia (vendida aos interesses mais escusos) quanto pelas mídias sociais, parcerias dos candidatos revolucionários e corruptos. Um ciclo tão explícito na cara de todos os cidadãos, que apenas os mais egoístas e ligados ao mundanismo, não conseguem perceber.

Sendo assim, paira uma questão importante no ar: Estaria a massa da população dos grandes centros urbanos preparada para se desapegar do egoísmo mundano, e focar em princípios e valores para a eleição de bons candidatos que realmente representarão seus interesses mais profundos e cruciais? Ou estaria satisfeita com o crico de palhaçadas da velha política e dos revolucionários idealistas, os quais já planejam como irão se apossar da máquina pública para implantar seus projetos mais nefastos para os próximos 04 anos?

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