Política

João Amoêdo parece não se importar que candidato do Novo defenda o tráfico

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O líder progressista acusa o presidente da República pelos crimes do vice-líder no Senado, mas não reconhece as atrocidades ditas por um dos candidatos de seu partido.

João Amoêdo, fundador do Partido NOVO, representa o que há de mais arcaico e obscuro no submundo da política brasileira. Não tem absolutamente nada de novo, mas conseguiu enganar um punhado de jovens sedentos por novidades, que gradativamente estão conhecendo o caráter desprezível desta ignóbil “liderança”.

Em suas redes sociais, o sempre “venenoso” ativista surgiu para criticar o governo de Jair Bolsonaro, desta vez, usando como desculpa o vice-líder do governo no Senado, Chico Rodrigues, o qual foi pego pela polícia federal na operação Desvid-19. Tentando maliciosamente fazer ligações falsas do presidente com o parlamentar, Amoêdo acusa Bolsonaro de “não assumir responsabilidades” envolvendo o político criminoso. Algo o que, nem de longe, tem algo a ver com o chefe do executivo ou o time ministerial. Disse o fundador do NOVO em suas redes sociais: “O presidente demonstra que continuará cometendo erros sem assumir suas responsabilidades”.

Ao mesmo tempo em que Amoêdo surge como “justiceiro social” intimando o presidente da República a dar explicações desnecessárias sobre algo que não lhe compete ou não tem a mínima responsabilidade, do outro lado, procura silenciar as declarações de seu partido a respeito das atrocidades ditas por um de seus candidatos, diga-se, de grande estima: Marcelo Castro.

Nunca é tarde lembrar que o aspirante ao cargo de vereador pela cidade de São Paulo manifestou-se em suas redes sociais, minimizando a soltura de um dos mais perigosos líderes de facção criminosa do Brasil, André do Rap. Além disso, fez questão de dizer, claramente, que o tráfico nem deveria ser criminalizado no país, uma postura clara da hipocrisia liberal progressista. Posteriormente, as postagens foram apagadas. O tráfico de drogas é a atividade econômica ilegal responsável por abastecer financeiramente o crime organizado, que, posteriormente, irá usar destes ganhos para fomentar milícias, sequestros, assaltos, latrocínios, assassinatos, guerras civis, e até mesmo ataques terroristas. Em relação ao ocorrido, Castro foi retirado da campanha eleitoral. Porém, o sempre hipócrita João Amoêdo, não se explicou a cerca do caso ocorrido dentro da instituição partidária. As críticas valem para os conservadores e militares, mas nunca para os progressistas liberais, sempre “prudentes e sofisticados”.

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