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Evandro Pontes — Uma doença sem nome

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O Corona Vírus, causador de uma doença sem nome, é o grande desafeto dos sanitaristas.

Esse vírus, que também é conhecido por COVID-19 ou SARS-COV2, tem, misteriosamente o seu nome criado a partir de sugestões de designação dadas à própria doença.

COVID-19 seria algo como “Corona Virus Disease – 2019 version” [doença do Corona Vírus, versão 2019], logo, seria o nome dado à doença descoberta em 2019 (ou à doença causada pelo vírus que foi descoberto em 2019, isso também não sabemos ao certo) o seu nome e causa se confundem.

Atrelar essa doença à sua “versão 2019” é fundamental, pois há versões vindo desde 2001 (tanto do vírus quanto das gripes que ele causa).

Já o termo SARS-COV2 vem do inglês “Severe Acute Respiratory Syndrome from Coronavirus version 2” [Síndrome Respiratória Aguda Grave do Corona Vírus de 2ª versão]. Notem, com isso, que há uma “1ª versão” para esse vírus que causa essa Síndrome Respiratória Aguda Grave e da qual nada se sabe.

Logo, a doença causada pelo vírus teria esse nome: SARS ou Síndrome Respiratória Aguda Grave.

Ao longo do ano de 2020, um severo debate foi travado para incluir essa doença no CID, o Código Internacional de Doença, um número de registro fundamental retirado da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados, que é elaborada sob controle da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Esse código permite ao médico emitir atestados, que são usados pelos seguros para emitir notas de reembolso (por exemplo) bem como pelos médicos que assinam atestados de óbito, cujas informações alimentam o SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade). Portanto, sem a definição do que é a doença, a margem para a manipulação de dados e estatísticas é gigantesca.

O debate teria sido parcialmente dirimido quando se criou o CID 10 – B34.2 (Infecção por coronavírus de localização não especificada). Notem que a CID em questão não fala de Síndrome Respiratória Aguda Grave mas sim de forma genérica como Infecção por Coronavírus. Note ainda que a “localização não especificada” retira da CID o seu caráter respiratório. O que importa, portanto, é constatar a presença do vírus e não identificar o problema em si.

Eis a fraude linguística que a casta médica vem criando para distorcer informações e estatísticas, espalhar pânico e de forma ampla, mentir sobre o problema.

Não há estudos, palavras, textos ou cuidados mais atentos sobre a doença em si. Tudo gira em torno do vírus, apenas e tão somente, mesmo sem qualquer constatação de que a Síndrome Respiratória Aguda Grave possa ser gerada ou gestada por outras ou diversas causas.

É completamente diferente de outros casos, onde há enorme preocupação com o combate à uma doença específica.

Neste caso da SARS nem a doença parecer ser muito específica, nem tampouco o combate parece estar dirigido especificamente ao problema.

Fale-se intensamente do seu causador, que não temos certeza se é o único e se é, de fato o causador solitário do problema, já que em casos de comorbidades ou de “casos assintomáticos”, possa faltar algo que em outros casos a Síndrome Respiratória Aguda Grave se manifesta.

Incute-se na população a ideia de que o Corona Vírus seria, logo, o único causador da doença, que até agora não se especificou tecnicamente o que é.

Isso tem grave impacto não só na profilaxia do problema, mas na sua definitiva solução, como é o caso, por exemplo, da criação de um remédio (vacina não é remédio, atente-se bem).

No caso mesmo da vacina, a situação é ainda mais peculiar.

Em todos os outros casos há uma preocupação com a doença.

A BCG é uma vacina que previne a tuberculose. Ela não cura a tuberculose. O remédio que é usado para curar a tuberculose é (dentre outros) o bromidrato de fenoterol (seja o paciente vacinado com BCG ou não).

Note que a BCG, ao contrário do discurso das vacinas em torno da SARS, não é decantada como uma arma contra o bacilo de Koch (embora, na prática, seja isso mesmo) – a BCG é um instrumento contra a doença por meio do enfraquecimento das potencialidades de seu principal (e não único) bacilo causador.

Vejam também o caso da vacina Sabin.

Ela é instrumento de ataque a um problema conhecido por poliomielite. Embora a polio seja causada por um vírus chamado poliovírus, a vacina de Sabin não ataca o vírus – pelo contrário: ela injeta nas crianças versões “inativadas” do vírus, impedindo assim que a infecção se dê.

Por sua vez, a polio é uma doença incurável, por isso que a vacina acaba se tornando de importância fundamental.

No caso da dengue, por exemplo, campanhas (corretas, diga-se de passagem) chamam atenção ao combate ao mosquito (e, no caso do governo Dilma, à “mosquita”); mas em todos os casos (de mosquitos, mosquitas, mosquites e mosquitxs) as campanhas sempre foram honestas ao dizer que buscavam combater a causa de um problema e não a doença em si.

Eu poderia passar o dia aqui escrevendo sobre tétano, difteria, rubéola, sarampo, AIDS, pneumonia, meningite, gonorreia, sífilis, catapora, cisticercose e inúmeras outras verminoses, moléstias, doenças e complicações. Poderia falar de cada causador, de cada vacina e de cada remédio (quando há), junto de suas estatísticas e taxas de letalidade, para mostrar como o caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave é único e extremamente estranho na História da Humanidade. O ataque é sempre à doença, embora quando suas causas sejam atacadas, o mérito está em resolver um problema objetivo, resolvendo, profilaticamente, situações para que a doença não se desenvolva.

Essa mudança de padrão profilático pode parecer algo superficial, tolo ou até um preciosismo linguístico de quem “não é da área da saúde” ou não está lá no hospital para ver o sofrimento das pessoas.

Mas não é.

Isso é sério e bastante grave e esse sofrimento é o laboratório da mais nefasta experiência social jamais vista. Trata-se da prova cabal que os padrões médicos e a ciência médica está prestando um serviço sem igual a um plano político cujo objetivo final é o chamado grande reset.

Falei esses dias com uma “especialista na área da saúde”com quem argumentei: “vocês são em torno de 1000 apaniguados que estão obrigando 7 bilhões de pessoas a usarem máscara, viverem sob cárcere privado e tomarem uma vacina para prevenir uma doença que não tem CID e que sequer nome adequado ela recebeu. Vocês mal estão em condições de fazer uma profilaxia decente sobre o problema em si, pois desconhecem o problema sob a desculpa de conhecer o vírus melhor do que conhecem as próprias mães de cada um de vocês. Vocês são um bando de filhos da puta e ao contrário dessas homenagens ridículas que globalistas e o marketing de instituições financeiras vêm fazendo para os profissionais da saúde, ao meu ver, vocês todos, salvo exceções, têm feito um verdadeiro trabalho de corno para socialistas”.

Desconfiar de toda essa situação pandêmica é dever cívico de qualquer um.

Não sigo quaisquer dos protocolos – da máscara ao álcool gel, do isolamento à hipocondria (que não tenho): testei negativo ontem enquanto outro rapaz, de hábitos idênticos, testou positivo bem na minha frente estando mais saudável que todos que o testaram.

Medo? Do vírus, nenhum – de tirania, alguns.

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